Fátima Lombardi praticamente cresceu dentro da Telefônica, onde entrou prestes a completar 16 anos. Da empresa, levou lições para a vida toda e um benefício essencial: o plano Visão Telefônica. Ela também soube ensinar o valor da previdência a seu filho Thiago, colaborador da companhia que é participante ativo da Visão Prev.
“Entrei na Telefônica com pouco menos de 16 anos, como aprendiz num setor com tantos jovens que era conhecido como ‘creche’, e saí 30 anos depois como secretária da Vice-Presidência. Sou muito grata à companhia. Nesse período, cresci, amadureci e tive meus filhos: Rafael (35 anos), Thiago (32) e Arnaldo (24). O Rafael trabalhou na Telefônica e o Thiago é hoje gerente de Políticas e Infraestrutura de Crédito e Cobrança na empresa.”
“Eu aderi ao plano bem jovem, quando tinha 17 anos. A maioria das pessoas que conhecia também aderiu, pois vimos que era algo bom para a nossa aposentadoria. Mesmo não sendo um assunto muito comentado naquela época, no lançamento do plano, foi tudo bem explicado e despertou meu interesse... Procurei sempre contribuir com um percentual alto para ter direito a um bom benefício no futuro que... chegou!”
“Participar do plano foi a melhor decisão que tomei e, hoje, colho os frutos! Se não fosse o Visão Telefônica, eu teria uma vida muito diferente. O INSS mal dá para pagar o meu condomínio.”
“O maior incentivo que tive para entrar no plano veio do meu pai. Ele se aposentou cedo, por conta de complicações causadas por uma diabetes grave, e passou por várias dificuldades tendo que viver somente com o INSS. Quando a Telefônica ofereceu o plano, ele me incentivou muito a aderir. Lembro que ele disse que, quando eu me aposentasse, talvez a situação estivesse pior ainda. E realmente ele tinha razão! Por isso, também encorajei meus filhos a participarem do plano de previdência. Mas nem precisei falar muito, pois eles são testemunha da importância do Visão Telefônica na minha vida.”
“Ninguém sabe o dia de amanhã. A gente precisa ter equilíbrio financeiro. Eu mesma demorei muito para aprender a não misturar questões emocionais com financeiras: gastar porque está triste, nervosa, ansiosa, feliz... A gente tem que respeitar o nosso dinheiro porque ele é fruto do nosso trabalho. Precisamos cuidar do que entra e do que sai, sem consumir por impulso.”
“Todo mundo deve aproveitar a oportunidade de aderir ao plano, pois é preciso ter um porto seguro para a velhice. E quem acha que é cedo para pensar nisso está bem enganado: tudo passa muito rapidamente e, num piscar de olhos, a aposentadoria chega. E é maravilhoso viver essa fase com alegria e tranquilidade!”
“Desde 2015, quando conheci meu atual companheiro, Egídio, estou muito focada na minha espiritualidade. Fazemos meditação, cursos e retiros. Estivemos juntos na Índia, numa viagem transformadora para mim. Hoje, meu maior objetivo é o autoconhecimento.”
Também para a próxima geração“Minha mãe realmente me incentivou muito a aderir ao plano. Acho um benefício fundamental e vejo, na prática, a diferença que faz na vida dela. Contribuo com o percentual máximo, pois quero ter essa independência no futuro, sem precisar da ajuda de ninguém para viver em paz. E se não tiver o plano de previdência complementar, sei que isso será difícil. Já fiz também um plano para o meu filho Lucca, de um ano e quatro meses, para que ele possa ter recursos acumulados lá na frente.” Thiago Lombardi Rodrigues |
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