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Verdadeiros cidadãos do mundo

O casal surfando nas ondas de Uluwatu, em Bali, na Indonésia.

O participante autopatrocinado Luciano Touguinha de Castro e sua família realizaram um grande sonho: viajar pelo mundo durante um ano inteiro! Colecionaram, assim, muito mais do que belas fotografias, reunindo memórias inesquecíveis, com muito aprendizado e união.

 

Do Sul para São Paulo

"Comecei a trabalhar muito cedo. Aos 15 anos, entrei no Banco do Brasil, em Porto Alegre (sou gaúcho, de Rio Grande, município no sul do estado). Em 1995, já formado em Economia, fui para o Rio de Janeiro, trabalhar no Citibank e, em 1996, fui transferido para São Paulo. Um ano depois, Adriana, que é gaúcha, também veio para cá e nos casamos. Em 2000, entrei na Telesp, onde trabalhei até 2011, quando fui para a Time for Fun, uma empresa de entretenimento e, em 2013, assumi um cargo executivo na Globo, de onde me desliguei para realizar um projeto desafiador em família: fazer uma volta ao mundo!”

O momento certo

“Era um grande sonho que planejávamos há mais de 5 anos. Sem dúvida, tivemos que nos preparar muito para que ele se tornasse algo real. Um dos principais fatores que pesou na decisão de fazermos essa viagem em 2018 foi a idade dos nossos filhos: a Manuela estava com 12 anos e o Lucas, com 10 anos. Era importante que eles já pudessem ter maturidade suficiente para registrar tudo o que aconteceria e que fosse, de fato, uma experiência transformadora para os dois. Adriana, que é executiva da Unilever, pediu licença para um ano sabático.”

Pranchas e malas prontas

“No dia 31 de janeiro de 2018, colocamos os nossos medos de lado e iniciamos a viagem. Pensamos em um roteiro no qual estivéssemos boa parte do tempo em praias para podermos surfar, uma paixão da família. Por isso, levamos cinco pranchas na bagagem! O que queríamos alcançar com essa grande aventura? Primeiro, estreitar o vínculo em família, viver novas experiências para repensar o que realmente é importante em nossas vidas e aprender ao máximo sobre o que estava acontecendo fora do país. Também queríamos ter a oportunidade de viver um ano que ficaria guardado para sempre nas nossas memórias e que pudesse nos unir ainda mais.”

A família vestida a caráter em Hakone, no Japão.
Luciano, Lucas, Manu e os aborígenes em Gold Coast, na Austrália.

A viagem

“Voltamos para o Brasil no dia 28 de janeiro, depois de 362 dias de uma viagem na qual conseguimos realizar o melhor projeto de nossas vidas. Foram 60 mil quilômetros percorridos, 509 horas de caminhada e inúmeros lugares visitados e registrados em 30 mil fotos de diversos locais na Nova Zelândia, Austrália, Indonésia, Singapura, Vietnã, Maldivas, China, Japão, Estados Unidos, México, Canadá, Inglaterra, Alemanha, França, Espanha, Itália, Suíça, Marrocos, Portugal e Costa Rica.”

 

 

Família reunida conferindo as belezas em Milford Sound, na Nova Zelândia.

De volta para casa

“O retorno ao Brasil também foi desafiador. A Manu e o Lucas retomaram a escola e uma rotina diária mais convencional. A Dri e eu voltamos com uma cabeça mais aberta e dispostos a guiar as nossas vidas desligando o modo 'piloto automático'. O compromisso de fazer melhor é um pacto da nossa família e nos sentimos agora muito mais preparados depois do privilégio que foi rodar o mundo do jeito que fizemos. Nessa volta, vivenciamos um sentimento de acolhimento que está sendo muito bacana, mas, por outro lado, ficamos mais críticos em relação ao Brasil.”

Treinamento para ninja, em Kyoto, no Japão.

Investimento na vida

“Consideramos essa viagem nosso maior investimento, em todos os sentidos. Sobretudo por não termos parentes em São Paulo, sentíamos muito a necessidade de estar mais próximos da Manu e do Lucas. Nossa vida profissional não permitia uma convivência estreita com eles no dia a dia. Queríamos muito, porém, que eles tivessem uma vivência diferente e se tornassem cidadãos do mundo. Outro aspecto importante foi a possibilidade da educação pela experimentação, de conhecer e vivenciar culturas diferentes, países ricos, pobres, com religiões distintas, economias diversas... Para nós, também foi uma renovação do nosso ciclo profissional.”

Luciano e Dri, em um momento divertido em Ubud/Bali, na Indonésia.

Aprendizagem

“Voltamos diferentes, foi um resgate das coisas e valores básicos, aprendemos a poupar, a não gastar com supérfluos... e principalmente a não deixar a vida nos direcionar de forma inconsciente. Se você tem um objetivo: faça! Claro que exige esforço, planejamento e muita economia. Sou autopatrocinado, ou seja, continuei no plano Visão Telefônica depois que me desliguei da empresa e é nele que concentro prioritariamente meus recursos em previdência. A Visão Prev é uma ótima alternativa de diversificação dos investimentos, com benefício fiscal e baixo custo de administração. Continuamos fazendo nosso planejamento financeiro com muita atenção para que possamos realizar muitos outros sonhos!”

Voltamos diferentes, foi um resgate das coisas básicas, aprendemos a poupar, a não gastar com supérfluos... e principalmente a não deixar a vida nos direcionar de forma inconsciente.

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