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Em que momento de vida você está?

Quando se pensa em gestão financeira, um conceito muito interessante – e que pode orientar suas decisões – é o de ciclo de vida. Ele pressupõe a adequação dos tipos de investimento à idade do investidor, tendo como princípio a ideia de que é necessário ajustar os riscos das carteiras, reduzindo exposições mais arrojadas conforme a aposentadoria se aproxima. “Dessa maneira, pessoas mais distantes da aposentadoria poderiam, teoricamente, correr mais riscos, pois têm mais tempo para minimizar perdas e maximizar retornos. À medida que os anos passam, essas posições deveriam ser substituídas por ativos mais estáveis, mesmo que apresentem menores perspectivas de ganho”, explica Marcelo Pezzutto, presidente da Visão Prev. “É claro que essa estratégia deve ser avaliada a partir da realidade de cada investidor, mas é um parâmetro bastante válido a ser considerado.”  Entenda melhor como funciona esse planejamento:

O que é ciclo de vida

Trata-se de um conceito de administração de recursos que busca o balanceamento das aplicações financeiras de acordo com o momento de vida do investidor. A distribuição do risco dos ativos deve, portanto, ser ajustada ao longo do tempo. A base desse princípio é a teoria de que as pessoas que estão mais distantes da aposentadoria podem assumir mais riscos, enquanto as que estão mais perto de se aposentar devem evitar altos riscos, pois podem não ter tempo hábil, antes de iniciar o recebimento do benefício, para recompor sua poupança caso haja oscilações brutas de mercado com alta volatilidade.

 
Os dois momentos

Essa estratégia divide a vida dos investidores em duas fases: a de crescimento e a de proteção. Ao longo da fase de crescimento, o investidor pode aproveitar composições de portfólios de maior risco, aumentando assim a chance de obter prêmios mais substanciais com alternativas que apresentam menor liquidez ou maior prazo de maturação (opções de longo prazo).

Já, durante a fase de proteção do capital, quando o investidor se aproxima da aposentadoria, o portfólio deve ser ajustado para ativos mais seguros. Idealmente, essa mudança tem que ser feita de forma gradual por meio de um processo contínuo de redução de risco.

Maior equilíbrio

A gestão por ciclo de vida procura maximizar e, posteriormente, preservar os ganhos financeiros, de forma eficiente. É um modelo muito útil também por estimular a consciência e o autoconhecimento para que a pessoa invista seus recursos com foco na fase de vida e no apetite a risco. Essa gestão mais consciente pode contribuir para a conquista e manutenção do patrimônio necessário para uma aposentadoria tranquila.

Como se posicionar

Em primeiro lugar, é essencial fazer uma avaliação do seu momento de vida atual e apetite ao risco. Portanto, é preciso analisar:

  • Sua idade
  • Seus objetivos de vida no decorrer do tempo (curto, médio e longo prazo)
  • Seus investimentos totais, considerando também aqueles além da previdência complementar na Visão Prev (poupança, fundos, ações, aluguéis, entre outros)
  • Os riscos de cada investimento e do portfólio como um todo

Só a partir dessa reflexão será possível fazer a calibragem adequada.

 
Na Visão Prev

Para ajudá-lo nesse posicionamento, os planos Visão Telefônica e Visão Multi disponibilizam cinco perfis de investimento, diferenciados por nível de risco. Ou seja, seus participantes podem refletir sobre seu momento de vida e optar pelo perfil que melhor se ajuste à sua realidade. Para relembrar a composição de cada perfil, acesse aqui as Lâminas de Informações Essenciais.

A escolha pode ser alterada em junho e dezembro, com mais uma opção de troca a qualquer momento do ano, permitindo a implementação de um modelo de ciclo de vida individual e sob medida para cada participante.

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